O desafio da empregabilidade para pessoas trans - Grupo Dignidade
Por Humberto Souza

Tran.se.xu.al: que ou quem tem o sentimento de pertencer a um sexo/gênero com que não nasceu, cujas características físicas deseja possuir ou já possui através de meios médico-cirúrgicos, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020.

Essas pessoas, que pertencem à definição acima, também conhecidas como transgêneras, pessoas trans e travestis, são muitas vezes excluídas do mercado de trabalho. Hoje, raramente encontram oportunidades de emprego e, infelizmente, 90% das pessoas trans se dirigem à prostituição, segundo pesquisa feita pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), realizada em 2017.

Sem leis representativas que certifiquem espaço no mercado de trabalho, transexuais e travestis dependem de iniciativas limitadas de algumas empresas brasileiras. Essa mobilização, entretanto, ainda é sutil, principalmente no Brasil – nação mundial conhecida pelo alto índice de pessoas transgêneras assassinadas -, visto que o mercado de trabalho mantém sua relutância na aceitação desta população nas instituições.

Pensando nisso, o Grupo Dignidade criou uma campanha a favor da Visibilidade Trans no Brasil, esperando trazer mais conhecimento sobre o assunto e, com isso, mais empatia e respeito a essas pessoas que só querem ser elas mesmas. Vamos TRANSformar o preconceito em amor.

Quer receber novidades
do universo LGBT?


Gostou desse post? Então compartilhe!


Você vai achar isso mara:


Bota a cara no sol:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *